Em reunião na tarde desse sábado entre representantes dos professores, pais e advogados, foram estabelecidas as propostas da nova administração do Colégio Energia de Tubarão a partir desta segunda-feira, quando os 800 alunos matriculados no estabelecimento voltarão às aulas.
A direção administrativa da unidade de Tubarão também era feita pelo senhor Ugo Accasto, que desde 2006 era diretor administrativo das unidades de Criciúma, Araranguá, Urussanga e Tubarão, que formavam o Colégio Energia Raio Sul. Ugo Accasto, italiano, mestre em matemática, já atuou no Brasil em outras instituições educacionais e a mais de 5 anos administrava o energia.
Em Criciúma, Ugo Accasto emitiu informativos oficiais de falência do Colégio, assumindo total responsabilidade pelo fim das atividades, prometendo devolver aos pais materiais escolares adquiridos e valores de mensalidades pagos adiantados. Mas, isso tudo através da justiça, depois de findado o processo de falência.
A sociedade que era detentora da franquia Colégio Energia no sul era formada por Ugo Accasto e pelos reconhecidos professores Guido e Jerry. Mesmo que em meados do ano passado, Accasto tenha se desvinculado da sociedade, colocando em seu lugar dois membros da direção do Colégio Energia de Tubarão, a palavra final sobre questões administrativas ainda era dele. Tanto que foi sua a determinação de que o Energia de Tubarão encerrasse suas atividades na última sexta-feira, inclusive com nota oficial já redigida por seus advogados.
A direção atual do Energia Tubarão reuniu seus professores e alguns pais e decidiram “bancar” a administração do Colégio provisoriamente. Depois de consultas a advogados e inúmeras reuniões, está decidido que uma instituição de ensino da cidade irá recontratar os professores e tocar o Energia, que provavelmente mudará de nome, passando a adotar o nome Anglo, que será o sistema de ensino a ser adotado. Os professores e os métodos educacionais permanecem sem alteração.
O local de funcionamento do novo Colégio, à princípio, será o mesmo, mas, devido ao preço do aluguel ser um tanto salgado (especula-se que passa de R$ 40 mil), vão iniciar negociações com o proprietário do imóvel para redução do valor. Não está descartada a mudança de local, caso não haja acordo.
Foi uma semana tensa de negociações, até que as soluções fossem aprovadas e comunicadas aos pais nesse sábado. E só graças ao empenho e responsabilidade de alguns pais e dos professores que atuam no Colégio Energia, unidade de Tubarão, é que as centenas de alunos da instituição não vão encontrar os portões fechados na próxima segunda-feira.
Soube que a Unisul "vai bancar" o colégio. Agora que absurdo neh... Jerry e Guido, pessoas inteligentes que não souberam usar de honestidade... muito triste para quem conviveu com a Família Energia por 3 anos... sinto muito :(
ResponderExcluirFujam do colégio energia, onde o lucro vem antes da educação.
ResponderExcluirEstamos de olho neles...
ResponderExcluirSão uns Ladrões isso sim. Hora deixar uma receita tão alta ir a falência.. pior ainda não avisar todos. O dinheiro das contas do energia sumiram. o salário dos professores também.. sem falar nos pais que pagaram o ano integral.
ResponderExcluirVitória da comunidade :Negada a falência. Vamos ver se a justiça dá um jeito num dos maiores golpes que criciúma já sofreu.
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